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Rio 2016

Vídeo Olimpíadas Rio 2016


Olimpíadas do Rio 2016

Esporte e desenvolvimento humano para o Rio 

Com as Olimpíadas do Rio 2016, é a primeira vez que os jogos olímpicos vem para a América do Sul, uma grande oportunidade para o Brasil divulgar a sua imagem no exterior, mas principalmente, é uma grande chance para o Rio de Janeiro. Contando com belezas naturais que não existem em nenhum lugar do mundo,  contando com mar, montanha e floresta, essa vai ser uma grande oportunidade para a cidade do Rio de Janeiro se consolidar como um grande destino turístico mundial. Comparando o Rio com outros destinos famosos tais como a cidade de Paris por exemplo, a quantidade de turistas que visita o Rio anualmente é 4, 5 vezes menor que em Paris. Levando em conta que ambas são cidades muito bonitas e muito famosas (o Rio por suas belezas naturais e Paris por suas construções históricas), não era para o Rio atrair pelo menos, a mesma quantidade de turistas ? Por que o Rio atrai menos turistas ? A resposta é simples: infra-estrutura. O Rio de Janeiro não tem a mesma infra-estrutura e planejamento de Paris. Nos transportes por exemplo, enquanto o Rio tem 42 Km de metrô e 38 estações, o metrô de Paris tem 213 Km e 300 estações! Esse vai ser justamente um dos grandes trunfos das Olimpíadas do Rio 2016: foi planejado um grande investimento em Infra-estrutura.

Panorama da Cidade do Rio de Janeiro - Enseada de BotafogoVantagens das Olímpiadas de 2016 para o Rio de Janeiro

Infra-Estrutura 

Além das grandes obras que serão feitas para os eventos esportivos, tais como a Nova Vila Olímipica e diversas instalações esportivas aquáticas e terrestres, as olimpíadas  do Rio 2016 vão trazer um grande investimento em infra-estrutura e segurança. 



Transportes Rio 2016: Novos Sistemas de Onibus Serão Implementados

Rio 2016: melhorias nos Transportes  

O orçamento planejado pela organização das olímpiadas do Rio 2016  para os transportes foi de aproximadamente 2,6 bilhões de dolares. Este dinheiro será gasto principalmente expandindo o metrô do Rio, reformando avenidas e também construindo corredores de ônibus rápidos pela cidade. Estas novas pistas de ônibus exclusivas vão interligar as regiões de hoteis com as instalações esportivas, ligando também a nova vila olímpica a estes prédios. A organização do Rio 2016 também pretende construir uma nova ligação rápida entre o aeroporto e o centro.


Rio 2016: Despoluição de Águas

Grande parte dos esportes olímpicos disputados no Rio 2016 serão disputados nas águas. Para atingir os parâmetros mínimos de qualidade exigidos pelo COI  (Comitê Olímpico Internacional)  será feito um grande investimento em despoluição das lagoas do Rio e também da Baía de Guanabara. O processo de despoluição será acelerado e melhorado, com investimentos também em saneamento básico e melhorias dos sistemas de esgoto.

Rio 2016: Retomada do Crescimento Hoteleiro

O setor hoteleiro do Rio vai muito bem, obrigado, mas já faz alguns anos que não faz grandes investimentos. Muitos projetos hoteleiros de novos prédios que estavam no papel,  estavam parados por falta de estímulo, agora podem ser retomados por causa das olimpiadas do Rio 2016. O COI exige que uma cidade tenha pelo menos 40.000 quartos de hotel para poder sediar uma olimpíada, com a valorização do setor hoteleiro, que deve crescer entre 15 e 20% a organização dos jogos olímpicos do Rio 2016 estima que até o ano de 2015 a cidade tenha mais de 50.000 quartos de hotel. As olimpíadas do Rio 2016 trarão ótimas As oportunidades em geral para o setor de hotelaria e turismo. Para quem pretende seguir esta carreira, este é um momento bem favorável.

Investimentos privados vão garantir melhorias no trânsito da Barra

 

Investimentos privados em obras viárias incluem mergulhão ou viaduto em frente ao Barrashopping . Bairro que vai concentrar boa parte da movimentação de atletas e público nas Olimpíadas de 2016, a Barra da Tijuca deverá receber, nos próximos quatro anos, pelo menos R$ 2,3 bilhões em investimentos na ampliação e melhoria de sua malha viária. Capitalizadas por recursos públicos e privados - estes últimos de R$ 158,4 milhões - as obras, já em andamento ou com previsão de início para 2011, deverão ficar prontas, progressivamente, até 2014. O foco é aumentar a mobilidade urbana em uma região que, a seis anos dos Jogos, já sofre com engarrafamentos diários, que tendem a piorar com o aumento de três mil unidades habitacionais ao ano, segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Esse número representa cerca de 25% dos lançamentos imobiliários da cidade.

 

Para atender a população crescente - segundo a Ademi, a região tem um mercado residual de 8.924 unidades a serem lançadas entre 2013 e 2016 - e preparar terreno para o centro nervoso dos Jogos (19 das 39 modalidades esportivas ficarão na Barra), já são cinco as frentes de obras viárias em curso. Outras quatro empreitadas de médio e grande porte começam nos próximos meses, na região que receberá metade dos 20 mil integrantes da família olímpica e tem uma expectativa de público de 2,4 milhões de pessoas.

 

 

Obra eliminará sinais de trânsito

 

Entre os investimentos privados, a principal obra deverá ser um mergulhão ou viaduto no cruzamento das avenidas das Américas e Luís Carlos Prestes (Via Parque), nas imediações do BarraShopping, por onde passam 145 mil veículos por dia, segundo a Secretaria municipal de Transportes. A obra, que será custeada pelo shopping e pelas construtoras Carvalho Hosken e RJZ-Cyrela, deverá custar de R$ 26 milhões a R$ 30 milhões e começará em dois meses. O detalhamento do projeto, autorizado pelo prefeito Eduardo Paes, ficará a cargo da Secretaria Municipal de Obras. Segundo o presidente da Carvalho Hosken, Carlos Carvalho, a obra durará dez meses e eliminará os sinais naquele trecho. Em 2011, a empresa começará a pavimentar uma parte do chamado Eixo Metropolitano (via planejada para ligar as avenidas Ayrton Senna e Salvador Allende). O trecho previsto possui cem metros de largura, dois quilômetros de extensão e corta um pedaço do Centro Metropolitano, terreno com quatro milhões de metros quadrados (quase o dobro do tamanho do bairro do Leblon) a poucos metros do Autódromo, onde será o Parque Olímpico. A construtora investirá R$ 60 milhões na via, que será implantada junto com os empreendimentos imobiliários previstos para ocupar a área.

 

- A previsão é de construção de cerca de 20 mil unidades no Centro Metropolitano. Os empreendimentos serão erguidos conforme a demanda do mercado. Mas as Olimpíadas deverão acelerar tudo. Boa parte da avenida já está com a terraplanagem pronta - adianta Carvalho. Recentemente, a construtora finalizou um outro trecho do Eixo Metropolitano, com 800 metros de extensão, ligando a Avenida Imperatriz Leopoldina (conhecida como Arroio da Pavuna) e a Estrada Coronel Pedro Correia. Somente essa parte da avenida, que passa ao lado de um empreendimento com 1.200 unidades, custou R$ 25 milhões. A nova via terá como vizinho um shopping com 42 mil metros quadrados, seis lojas âncoras, 250 lojas satélites, seis restaurantes e dez salas de cinema. Com inauguração prevista para 2012, o novo shopping deve atrair cerca de 600 mil pessoas em torno de sua área de influência. Do outro lado da Lagoa de Jacarepaguá, operários já trabalham na abertura de parte de uma nova via que, seguindo paralela à Avenida das Américas, ajudará a desafogar o trânsito interno do bairro. Prevista no Plano Lúcio Costa, a chamada Via 4 liga as avenidas Ayrton Senna e Alceu de Carvalho e tem originalmente 12 quilômetros de extensão. Mas parcerias com a iniciativa privada estão garantindo a abertura de 3.600 metros da rua em dois pontos nas imediações do Bosque da Barra.

 

Um trecho de 1.200 metros de extensão está sendo aberto pelo grupo Alphaville, como contrapartida ao licenciamento de um loteamento numa área de 663 mil metros quadrados às margens da Lagoa de Jacarepaguá. Com 388 lotes de 600 a mil metros quadrados, cada, a previsão é que o Alphaville tenha cerca de 1.500 moradores. A nova via aproveita parte da Avenida Célia Ribeiro da Silva Mendes, que hoje opera com pista simples de mão e contramão.

 

Via duplicada em frente à Vila do Pan


Um segundo trecho de 1.600 metros está sendo aberto entre as avenidas Ayrton Senna e Rachel de Queiroz pelo grupo Amil, que ergue no local o Bosque Medical Center. De acordo com a construtora HJ Rodrigues Mello, contratada para a abertura da via, as obras deverão ficar prontas até o fim do ano. Tanto o grupo Alphaville quanto o Grupo Amil não informaram o valor das obras. Segundo o subprefeito da Barra e Jacarepaguá, Tiago Mohamed, a ideia da prefeitura é atrelar a abertura de outros trechos da Via 4 a empreendimentos que forem sendo licenciados pelo município. Outro investimento privado é o alargamento da Avenida Ayrton Senna em frente à Vila do Pan. Custeada pela Lamsa, a duplicação da via e a implantação de nova rede de drenagem e iluminação pública estão custando R$ 43,4 milhões e fazem parte de um pacote maior de investimentos em troca de uma ampliação em 15 anos do prazo de concessão. O objetivo é acabar com engarrafamentos e bolsões de água num trecho de 820 metros de extensão. Iniciadas em junho, as obras durarão um ano.


Prefeitura prepara pacote de intervenções viárias na altura do Via Parque e do Canal de Marapendi

 

Ponto de partida dos três corredores expressos com faixas segregadas de ônibus planejados pela prefeitura, a Barra poderá ser alvo de um pacote governamental de intervenções viárias para melhorar o seu trânsito. Segundo fontes do mercado imobiliário, o prolongamento da Via Parque até o Downtown, margeando a Lagoa da Tijuca, estaria entre as iniciativas em gestação. O leque de modificações incluiria ainda duas pontes sobre o Canal de Marapendi - ligando a Avenida General Felicíssimo Cardoso e as ruas Eugênio Lyra Neto e Ricardo Marinho à Avenida Peregrino Júnior -, ambas cortando a Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso.

 

O prefeito Eduardo Paes confirmou a intenção de implantar a continuação da Via Parque, mas não quis falar sobre as pontes ou adiantar prazos e detalhes desses projetos:

- Tenho vontade de fazer a Via Parque toda. Existem coisas por fazer na Barra que estamos trabalhando em cima. Mas só vou anunciar quando estiver tudo negociado.

 

A expansão da Via Parque, que já está pronta em parte nas imediações do BarraShopping, seria uma alternativa ao trânsito pesado da Avenida das Américas. Já as pontes permitiriam uma ligação direta das avenidas das Américas e Lúcio Costa, fazendo com que os motoristas não tenham mais que fazer grandes deslocamentos na Américas para ir de um lado a outro do bairro.

 

Entre os investimentos públicos anunciados pela prefeitura para os próximos quatro anos, o TransCarioca (corredor ligando a Barra ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, via Penha) deverá ter um de seus editais lançado até o dia 15 deste mês. A concorrência escolherá a empresa que fará o projeto executivo do lote dois do corredor, entre a Penha e o Galeão. O trecho criará uma ligação expressa da Barra com a Baixada de Jacarepaguá, a Zona Norte e o aeroporto, a um custo de R$ 1,3 bilhão. No caminho, duplicará vias como a Estrada Coronel Pedro Correia, que hoje tem pista simples, e aproveitará o leito de avenidas como Ayrton Senna e Abelardo Bueno, e Estrada dos Bandeirantes, a partir de Curicica.

 

O restante da Estrada dos Bandeirantes não incluído no TransCarioca também passará por reformas. Segundo a Secretaria municipal de Obras (SMO), os 16 quilômetros da via entre o entroncamento com a Avenida das Américas, no Recreio, e a Avenida Olof Palm, na Barra, nas imediações do Riocentro, um dos locais de provas das Olimpíadas, serão duplicados. Por R$ 68,2 milhões, a ampliação deverá ser concluída em dois anos.

 

Já o trecho da Estrada dos Bandeirantes entre a Olof Palm e a Salvador Allende (cuja pista já é duplicada) passará por obras do programa Asfalto Liso. A SMO investirá R$ 77,5 milhões na pavimentação da via e de outras avenidas da Área de Planejamento 4, como Lúcio Costa, Ayrton Senna, Salvador Allende, Glaucio Gil, Geremário Dantas. O prazo de conclusão é de 14 meses.

 

Em setembro, será a vez do lançamento do edital do TransOlímpica, corredor de 26 quilômetros ligando Barra e Deodoro. O TransOlímpica fará integração com o TransCarioca na Estrada dos Bandeirantes, em Jacarepaguá, e com o TransOeste, no cruzamento das avenidas das Américas e Salvador Allende. Esse cruzamento ganhará um viaduto dentro das obras da TransOeste, que deverá ficar pronto até o verão.

 

Com 32 quilômetros, ligando a Barra a Santa Cruz, e orçado em R$ 692,1 milhões, o TransOeste deverá começar a perfuração do Túnel da Grota Funda em dois meses. A previsão é que as obras durem dois anos. O corredor implicará na duplicação do trecho da Avenida das Américas entre o Recreio dos Bandeirantes e Guaratiba.

 

Rio se transforma na capital dos imóveis comerciais
Veículo: O Globo - RJ - Página: 1  - Data: 28/04/2011
 
 Segurança pública e obras de infraestrutura fazem com que a cidade experimente aumento de vendas, valorizacão do metro quadrado e a volta de lançamentos em bairros que há anos não recebiam investimentos.
 
 O Rio de Janeiro voltou a ser a capital mais desejada do país ou até de fora dele afirma o presidente da imobiliária Patrimóvel, Rubem Vasconcelos.
Há otimismo generalizado, que se reflete diretamente no setor imobiliário. O mercado experimenta aumento de vendas, valorização do metro quadrado e a volta de lançamentos em bairros que estavam há anos sem novos empreendimentos, como a Tijuca, consequência das ações de segurança pública aliadas à demanda reprimida.
De um lado, o Centro se renova e se expande na direção da Zona Portuária. De outro, graças às expectativas geradas pelas obras de infraestrutura viária, grandes empreendimentos são anunciados na Barra e no entorno da Baixada de Jacarepaguá. Ali, a Avenida Embaixador Abelardo Bueno desponta com ambições de se tomar o novo Centro Metropolitano do Rio, como teria imaginado, há 40 anos, o arquiteto e urbanista Lucio Costa. Em 2010, os lançamentos na cidade cresceram 40% em relação ao ano anterior, somando cerca de R$ 4 bilhões (40% em imóveis comerciais), na estimativa do presidente da Patrimóvel. Este ano, podem chegar até RS 6 bilhões , numa expansão de 20% a 50%, dependendo da fonte consultada.
De acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), foram vendidas cerca de 19.976 unidades no ano passado, 39% a mais do que as 14.413 de 2009. Do total, 3.245 foram imóveis comerciais, segmento que teve valorização de 53%, segundo o Sindicato da Habitação do Estado do Rio de Janeiro (Secovi-RJ). "Contando apenas os projetos que eu conheço nossos e de outras empresas já são 50% a mais de unidades comerciais a serem colocadas no mercado este ano", calcula o diretor da Brookfield Incorporações , Caetano Sani.
São moradores de outros estados que querem ter um lugar no Rio, investidores e empresas que chegam para dar conta do aquecimento econômico do estado (na área de petróleo e siderurgia, em particular) e do Brasil, de modo geral, diz Vasconcelos.
Ele cita, por exemplo, a subsidiária da chinesa State Grid, da área de energia, atualmente em busca de dois prédios na capital um para seus escritórios e outro, residencial, para acomodar seus funcionários.
Em alguns bairros, contudo, o desenvolvimento é mais acelerado. "O futuro Centro do Rio vai ser a Barra da Tijuca o Centro Metropolitano será o que a Avenida Rio Branco é hoje", profecia Sani. Ele diz que os imóveis comerciais na Avenida Embaixador Abelardo Bueno já estavam sendo negociados, no ano passado, a R$ 8,5 mil o metro quadrado. Mesmo valor cobrado, há dois anos, na Avenida das Américas, onde chega agora aos R$ 10 mil. Ou mais: ali, o Barra Business foi lançado pela Brookfield e vendido por R$ 14,5 mil o metro quadrado em um dia e meio. O diretor-superintendente da imobiliária Basim6vel, Mário Amorim, diz que, até 2009, o metro Quadrado na Barra da Tujuca estava na faixa dos R$ 5 mil no ano passado, passou a R$ 7 mil, e, este ano, já bateu R$ 8 mil, com expectativa de novos lançamentos a RI 9 mil ou a RI 9,5 mil o metro quadrado. Afinada com a transferência de demanda da Avenida das Américas para a Embaixador Abelardo Bueno, a Brookfield vai anunciar, em maio, outro empreendimento na região. Na área, já conta com o Brookfield Place Wor Ictwide Offices, lançado em novembro, em parceria com o Grupo Teruszkin. Este complexo empresarial tem valor geral de vendas de RI 316 milhões e inclui torre corporativa, dois ediffcios de escritórios, e será construído em terreno de 15.963 metros quadrados. Foi todo negociado em um mês. "Tudo próximo à Abelardo Bueno é um sucesso lá é o epicentro do mercado", garante o vice-presidente RJZ Cyrela, Rogério Jonas Zylbersztajn. Até o final de maio, a empresa, em parceria com a Carvalho Hosken, vai lançar na área o Universe Empresarial, programado para 2013, com 642 unidades. "A expectativa é vender todo o empreendimento no dia do lançamento", diz o executivo. Carlos Bandeira de Melo, outro diretor da Cyrela, explica que, como parte da evolução da região , ao lado do Universe será inaugurado no final de 2012 o Shopping Metropolitano, em fase inicial de construção.
O shopping está sendo desenvolvido pela CCP, RJZ Cyrela e Carvalho Hosken, com 64 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL), 80% já alugada. "No comercial, a liquidez está altíssima. Antes de anunciar, já vendeu", avalia o executivo O diretor da Lopes Consultoria Rio, Luigi Caino Martins, tem a mesma opinião . "A [Avenida Embaixador] Abelardo Bueno é a bola da vez a re gião do Rio II terá crescimento irreversível." Ele aponta dois polos de maior expansão : a região que se aproxima da Avenida Ayrton Senna, onde está o Centro Metropolitano e a outra ponta, Chegando no Recreio, em volta da Avenida Salvador Allende.
"Nesses dois polos, mais a Avenida das Américas serão lançadas este ano cerca de 3,5 mil unidades comerciais, em comparação a mil do ano passado", prevê. Na esquina da Avenida Salvador Allende (com a Avenida das Américas), a Gafisa vai lançar, em junho, um dos vários comerciais que a empresa programou para este ano e que devem responder por um terço das suas vendas (foram 20% em 2010).
De acordo com o diretor de negócios da empresa, Alexandre Millen, será um empreendimento de grande porte, com salas corporativas e lojas, em um total de 700 unidades e valor geral de vendas de R$ 300 milhões.
"0 principal foco do investimento continua sendo a Barra da Trjuca, a área com maior investimento e procura", diz Millen. Mas o executivo nota que a taxa de vacância comercial na cidade está próxima de zero. Por isso, a empresa planeja mais lançamentos para outras regiões. A começar pela Freguesia, onde outro complexo empresarial será anunciado, provavelmente em junho, com 700 unidades. Há demanda reprimida imensa, diz o diretor da Carvalho Hosken, Ricardo Corrêa. Mas a grande novidade, na opinião dele, é o profissional liberal o arquiteto, médico, engenheiro, etc. que começou a comprar salas na Barra para atender os clientes que se mudaram para lá, vindos da Zona Sul. Sani concorda: "O carioca mudou para a Barra. E os prestadores de serviços têm que acompanhar sua clientela."